'

Sâmia e TLS lançam cartilha contra a Reforma Administrativa. Baixe a sua!

Entenda a proposta e organize a resistência contra a PEC 32

1 jun 2021, 13:47
Sâmia e TLS lançam cartilha contra a Reforma Administrativa. Baixe a sua!

 A Proposta de Emenda à Constituição nº 32/2020, em análise na Câmara Federal desde setembro de 2020, foi enviada ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro e prevê mudanças no serviço público nos três poderes e no Ministério Público. Juízes, promotores, políticos e militares ficarão de fora na alteração das regras, caso a Reforma Administrativa seja aprovada como propõe o Palácio do Planalto.

Após muitos embates e voto contrário do PSOL, no dia 25 de maio, o relatório da PEC 32 foi aprovado na CCJ e segue para Comissão Especial, criada especificamente para aprofundar os debates sobre a proposta.

No intuito de ajudar no debate e informar à população sobre os riscos de aprovação da PEC 32, a deputada federal Sâmia Bomfim e a organização Trabalhadoras e Trabalhadores na Luta Socialista (TLS), uma organização que participa de sindicatos e visa organizar a luta da classe trabalhadora, lançaram uma cartilha para explicar aos brasileiros sobre a Reforma Administrativa (PEC 32/2020).

Como membro da CCJ, a deputada promoveu alguns debates sobre o tema. Em Audiência Pública, a parlamentar do PSOL tratou sobre “O impacto da Reforma Administrativa na vida das mulheres” e ouviu especialistas na temática. Sâmia também promoveu uma plenária aberta, com a participação de mais de 200 pessoas, para discussão da PEC 32 (clique aqui e veja como foi).

A deputada do PSOL destacou que no atual momento em que vivemos no Brasil é indispensável identificar o governo Bolsonaro como o principal inimigo dos trabalhadores e do povo brasileiro em geral. E explicou que a proposta de reforma administrativa se localiza no contexto em que as respostas do Congresso e do governo federal deviam estar voltadas para crise sanitária e econômica causada pela pandemia da Covid-19.

“O governo Bolsonaro se utiliza deste momento de crise humanitária para avançar com a agenda de retirada de direitos, desmonte de estado e com flerte sistemático ao autoritarismo”, alertou.

DIGA NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA!