Sâmia Bomfim

  • Saúde

O que temos a comemorar no Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher?

28 de maio também é Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

As brasileiras não têm nada a comemorar neste 28 de maio, Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Os índices de óbitos maternos, no Brasil, ainda são alarmantes, se comparados com os países desenvolvidos. Segundo os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2017, foram mais de 57 mil óbitos.

A violência obstétrica que as mulheres sofrem nos hospitais de todo o País, sobretudo as mulheres negras, contribuem para o agravamento do quadro. E o governo Bolsonaro em vez de pensar estratégias que sejam capazes de acabar com as humilhações e maus tratos nos hospitais, preferiu implicar com o termo.

Com o intuito de dar mais apoio à luta em defesa da vida das mulheres mães, aprovamos na Comissão da Mulher da Câmara Federal um requerimento para realização de uma audiência pública para discutir esse assunto com entidades, movimentos e especialistas.

Nossa intenção é mostrar, também, que o aborto é uma das principais causas da morte materna, e enquanto o governo não olhar com seriedade para o aborto e entender que discriminá-lo o é questão de saúde pública, as mortes maternas continuarão acontecendo. Ainda de acordo com os dados do Ministério, 66% dos casos de mortalidade materna ocorreram por causas obstétricas diretas: aborto (4,4%) e hemorragia (12,1%).

Aliás, neste dia de luta para as mulheres, nossas vizinhas argentinas apresentaram na Câmara dos Deputados um novo projeto de lei para interromper a gravidez e seguem batalhando para garantir o direito ao aborto legal, seguro e gratuito.

Aqui no Brasil também precisamos seguir lutando para impedir os retrocessos sociais e impedir que as mulheres morram por negligência do Estado.

Diga NÃO
à Reforma da Previdência

A reforma da previdência está tramitando na Câmara Federal e só a pressão do povo organizado será capaz de derrotar o projeto. Queremos espalhar essa luta por todo o estado de São Paulo. Assine o abaixo-assinado, abra um comitê doméstico contra a reforma da previdência e junte-se a nós nessa importante batalha em defesa dos direitos do povo brasileiro.

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Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 29 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem e feminista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

Nossas bandeiras
na Câmara Federal

  • Lutar para ampliar e garantir os direitos das mulheres.
  • Lutar contra a reforma da previdência e a retirada de direitos dos trabalhadores.
  • Defender a educação pública e os professores.

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