Sâmia Bomfim

Conheça Sâmia Bomfim

Acompanhe a trajetória e as bandeiras da deputada federal mais votada do PSOL-SP.

Uma deputada federal combativa

Sâmia Bomfim é uma mulher jovem, combativa, mãe e feminista. Elegeu-se para uma vaga na Câmara Federal com 249.887 mil votos, sendo a deputada federal mais votada do PSOL e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Sâmia também foi vereadora de São Paulo entre 2016 e 2018.

É a parlamentar mais jovem de uma histórica bancada do PSOL, a única sigla que atingiu maioria feminina, elegendo 6 mulheres e 4 homens. Sâmia está na linha de frente na luta contra o conservadorismo e os retrocessos, sempre defendendo a educação pública, o SUS, a cultura, direito à moradia, segurança alimentar, o direito à cidade, os direitos humanos, das mulheres, dos LGBTs, das negras e dos negros, das pessoas com deficiência, da juventude e dos trabalhadores.

Seu mandato é feminista e, por isso, apresenta e aprova projetos que propõem a igualdade de gênero e direitos para as mulheres. De acordo com o ranking elaborado em 2020 pela revista AzMina, Sâmia é a parlamentar mais atuante na causa feminina em todo o Brasil. Além disso, foi escolhida como a melhor deputada federal do Brasil pelo prêmio Congresso em Foco 2020.

Além das ações legislativas, Sâmia mantém um gabinete plural, faz questão de prestar contas à população nas ruas e fazer das redes sociais uma ferramenta de aproximação e de participação política.

Uma mulher do PSOL

Junto à expressiva votação de Sâmia, o PSOL elegeu outras quatro mulheres, compondo uma inédita e combativa Bancada Feminista na Câmara dos Deputados. São elas: Fernanda Melchionna (RS), Talíria Petrone (RJ), Áurea Carolina (MG) e Luiza Erundina (SP). Juntas, elas vão levar adiante o legado de Marielle, exigir justiça e defender a vida das mulheres. Após a saída do agora prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, a bancada feminista do PSOL ganhou mais uma mulher para suas fileiras, Vivi Reis (PA).

A luta feminista é uma das principais bandeiras do mandato de Sâmia Bomfim. Quando vereadora, entre outras medidas, ela aprovou a Lei 16.684, que obriga estabelecimentos públicos e privados do município de São Paulo a afixarem, em suas dependências, placas informativas sobre o Disque 180 - Disque Denúncia da Violência Contra a Mulher.

Já na Câmara dos Deputados, aprovou , entre outras iniciativas, um projeto de lei que estabelece medidas de proteção às mulheres em situação de violência durante a pandemia do coronavírus, bem como a proposta de criação Campanha Nacional Maria da Penha nas escolas, que estabelece uma semana de debates nas instituições de ensino sobre violência contra as mulheres. Sâmia também apresentou uma série de proposições envolvendo a maior participação de mulheres na política, como as cotas nos parlamentos, a divulgação de direitos de gestantes e a promoção da visibilidade lésbica.

Uma jovem trabalhadora

Sâmia é natural de Presidente Prudente (SP) e mudou-se para a capital paulista em 2007, quando iniciou a faculdade de Letras na Universidade de São Paulo. Começou sua atuação política no Movimento Estudantil e, desde muito cedo, trabalhou para se sustentar na capital.

Foi professora de português em escolas e cursinhos e tornou-se servidora estadual na Universidade de São Paulo. Nessa condição, participou de greves e mobilizações.

Como vereadora, destacou-se pela postura combativa e coerente, tendo participado ao lado dos servidores públicos e de toda a população das lutas municipais e nacionais.

Agora, na Câmara Federal, Sâmia mantém a postura aguerrida, participando de manifestações em defesa da vida das mulheres e dos trabalhadores, contestando privilégios e combatendo os desmandos autoritários do governo Bolsonaro.

Antifascista e antirracista: #ForaBolsonaro

Os brasileiros clamam por direitos, democracia, participação social e justiça. Por isso, o mandato da deputada Sâmia Bomfim trabalha na oposição ao governo Bolsonaro e à bancada conservadora, reacionária e elitista do Congresso. É um mandato antifascista, antirracista e que não negocia direitos do povo nem a democracia brasileira.

Junto a Fernanda Melchionna, Vivi Reis, David Miranda e centenas de artistas, intelectuais e lideranças, em março de 2020, Sâmia apresentou um dos primeiros pedidos de impeachment de Bolsonaro, que foi apoiado por mais de 1 milhão de brasileiros em abaixo-assinado.

Sâmia votou contra a reforma da previdência, é contra a destruição da Amazônia e luta contra os cortes nas áreas da Educação e da Ciência. Em meio à pandemia de coronavírus, está na linha de frente da defesa do SUS, dos profissionais da saúde, da ciência, da renda básica, da vida e dos empregos dos brasileiros.

Seu mandato é radical contra os retrocessos e ativo na fiscalização do governo federal e na luta contra a corrupção.

Bandeiras

  • Lutar pelo impeachment de Bolsonaro.
  • Lutar para ampliar e garantir os direitos das mulheres.
  • Defender as vidas, os empregos e os direitos das brasileiras e dos brasileiros diante da pandemia de Covid-19.
  • Lutar contra o fascismo e a retirada de direitos dos trabalhadores.
  • Defender a educação pública e os professores.
  • Combater o racismo, o genocídio e o encarceramento em massa da população negra.
  • Defender o SUS e a ciência.
  • Agir para garantir respeito e serviços às pessoas com deficiência.
  • Defender a população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros.
  • Defender a reforma agrária, a soberania alimentar, a agricultura familiar e a agroecologia.
  • Defender o financiamento público e independente da cultura com critérios democráticos nos editais.
  • Lutar pelo direito à cidade: reforma urbana, defesa dos movimentos de moradia e transportes e combate à especulação imobiliária.
  • Defender a excelência dos serviços públicos e dos servidores.
  • Defender a legalização das drogas e uma política de redução de danos.
  • Denunciar a falência do regime político e defender a democracia direta.
  • Batalhar por outro modelo de segurança pública e pela desmilitarização das polícias.
  • Lutar pela demarcação das terras indígenas e quilombolas, em defesa dos recursos naturais e contra o agronegócio.
  • Atuar com transparência contra os corruptos e conservadores.
  • Ser oposição ao governo Bolsonaro e à bancada conservadora do Congresso.
  • Defender a auditoria da dívida pública, a taxação das grandes fortunas e o fim do ajuste contra os trabalhadores.
  • Defender a democratização da mídia e dos meios de comunicação.
  • Ser contra as privatizações de órgão públicos, riquezas e bens brasileiros.
  • Defender a escola pública, combatendo o "Escola Sem Partido", o “HomeSchooling” e a reforma do ensino médio.
  • Defender os Direitos Humanos e a revisão da Lei da Anistia.
  • Lutar pelo acolhimento dos imigrantes e refugiados e defesa do internacionalismo.
  • Construir com a população de São Paulo, em espaços abertos, um mandato plural e democrático.
  • Lutar por um Orçamento justo e igualitário.