Sâmia Bomfim

  • Segurança pública

Negros e mulheres são as principais vítimas da violência

Atlas da violência 75% das pessoas assassinadas no Brasil são negras; flexibilização do porte de armas só piora o quadro.

Os dados sobre violência seguem aumentando. De acordo com o Atlas da Violência de 2019, foram assassinados 65,6 mil pessoas em 2017. Desse total, 75% das pessoas são negras.

Ainda de acordo com o estudo, o aumento de homicídios alcançou um patamar recorde e os números denunciam o racismo estrutural presente sociedade brasileira, pois para os negros a taxa de mortes chega a 43,1 por 100 mil habitantes. Já para os não negros, o número cai para 16.

Os são alarmantes, mas não trazem nada de novo, infelizmente. A lógica Casa Grande/Senzala continua sendo reproduzida em muitas – para não dizer quase todas – relações sociais do Brasil, ou seja, os negros seguem sendo subalternizados e são os mais prejudicados com a escassez cada vez maior de políticas públicas.

As mulheres negras, em especial, estão na base dessa pirâmide o rosto de um grupo social que foi abandonado pela sociedade e pelo governo. O estudo também mostra que 13 mulheres são assassinadas por dia no Brasil e que a maioria delas é negra. Além disso, houve um aumento também no número de feminicídios cometidos dentro de casa.

Todos os dados mostram que a decisão de Bolsonaro de flexibilizar o porte de arma é um crime contra a humanidade, só reforça o caráter colonial de seu governo e só piora a violência no Brasil.

Diga NÃO
à Reforma da Previdência

A reforma da previdência está tramitando na Câmara Federal e só a pressão do povo organizado será capaz de derrotar o projeto. Queremos espalhar essa luta por todo o estado de São Paulo. Assine o abaixo-assinado, abra um comitê doméstico contra a reforma da previdência e junte-se a nós nessa importante batalha em defesa dos direitos do povo brasileiro.

0 assinaturas
0 comitês
0 cidades
Quero participar

Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 29 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem e feminista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

Nossas bandeiras
na Câmara Federal

  • Lutar para ampliar e garantir os direitos das mulheres.
  • Lutar contra a reforma da previdência e a retirada de direitos dos trabalhadores.
  • Defender a educação pública e os professores.

Ler mais