Sâmia Bomfim

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Violência obstétrica será tema de debate na Câmara nesta terça

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher discute, nesta terça-feira (2), o enfrentamento à violência obstétrica no Brasil.

Por Agência Câmara Notícias

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher discute, nesta terça-feira (2), o enfrentamento à violência obstétrica no Brasil.

De acordo com as deputadas Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS), que pediram a audiência pública, uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo aponta que uma em cada quatro mulheres brasileiras é vítima de violência no momento do parto ou pré-natal.

“A violência obstétrica está presente na vida de muitas brasileiras de diversas maneiras: tratamento desumanizado, abuso da medicalização e patologização dos processos naturais, perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seu parto e seu corpo, restrição do direito à presença de um acompanhante, realização de epistomia indiscriminada”, apontam as deputadas.

Foram convidados para o debate:
– a presidente da Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna), Daphne Rattner; 
– a coordenadora do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres da Defensoria Púbica de São Paulo, Paula Sant’Anna Machado de Souza; 
– o representante do Conselho Federal de Medicina Alceu José Peixoto Pimentel;
– a representante da Associação de Doulas do Rio de Janeiro Janaína Gentili; 
– o ginecologista e obstetra Raphael Câmara Medeiros Parente; e
– representante do Ministério da Saúde.

A audiência está marcada para as 10 horas, no plenário 12.

Este é o podcast da Sâmia Bomfim, deputada federal pelo PSOL/SP. Aqui conversamos sobre os principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 29 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem e feminista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

Nossas bandeiras
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