Sâmia Bomfim

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Sâmia Bomfim e Toninho Vespoli acionam Ministério Público para evitar o desmonte do MOVA

Prefeito Bruno Covas suspendeu repasses e pagamentos ao programa.

O prefeito Bruno Covas está aproveitando a pandemia do Coronavírus para acabar com os poucos programas sociais que ainda existem na cidade de São Paulo.

O alvo recente de Covas foi o projeto MOVA, que há mais de 30 anos acolhe jovens e adultos que não tiveram acesso à educação formal. Por meio do decreto Nº 59.321, a prefeitura suspendeu os pagamentos e os repasses feitos aos programa, o que inviabiliza a continuidade do projeto.

Para barrar esse retrocesso, a deputada Sâmia Bomfim e o vereador Toninho Vespoli, do PSOL, acionaram o Ministério Público e pediram medidas cabíveis contra as ações de desmonte da prefeitura de São Paulo.

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“É um absurdo que um projeto criado pelo professor Paulo Freire, que foi secretário de Educação na prefeitura de Erundina, esteja sendo sucateado pela prefeitura de Covas. Todos nós sabemos que o objetivo de Covas, Doria e de todo o PSDB é acabar com a educação pública de qualidade e terceirizar esse serviço. Mas não vamos permitir que isso aconteça”, afirma Sâmia.

Ao cancelar o repasse do MOVA, vale reforçar, Covas não afeta somente os jovens e adultos, que vão ficar sem acesso à educação – o que por si só já é grave, mas, também, prejudica a vida de centenas de professores, cujos salários serão cortados.

O vereador Toninho criou um abaixo-assinado com o intuito de pressionar o poder público. “Covas diz que não tem dinheiro para custear o projeto, mas sabemos que não é verdade. O que ele não quer é uma educação emancipatória e transformadora. E nós devemos lutar contra isso. O MOVA é de todos nós, moradores de São Paulo, e temos que defendê-lo”.

Este é o podcast da Sâmia Bomfim, deputada federal pelo PSOL/SP. Aqui conversamos sobre os principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 30 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem e feminista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

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  • Lutar contra a reforma da previdência e a retirada de direitos dos trabalhadores.
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