Sâmia Bomfim

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Funcionários do serviço funerário questionam o prefeito

Em reunião com os aprovados no concurso para a autarquia que administra o serviço funerário paulistano, recebemos algumas perguntas deles que encaminhamos via requerimento de informação à prefeitura.

Em seu plano de privatização do poder público em São Paulo, o prefeito João Doria elenca a venda dos cemitérios da cidade. Os detalhes do planejamento dessas privatizações são vagos e não definem qual será o destino dos servidores dos equipamentos postos à venda. Em reunião com os aprovados no concurso para a autarquia que administra o serviço funerário paulistano, recebemos algumas perguntas deles que encaminhamos via requerimento de informação à prefeitura. São elas:

A) Todo o Serviço Funerário será concedido ou somente partes do patrimônio e serviços? Há informações do que exatamente será concedido à iniciativa privada?

B) No caso de toda a atividade funerária ligada ao SFMSP passar a uma concessão, o SFMSP continuará existindo como autarquia ligada à Secretaria de Gestão e Obras? Existirá, por parte da prefeitura, um órgão fiscalizador dessa concessão?

C) Em caso de todo o SFMSP ser concedido à iniciativa privada e estando os aprovados ainda não nomeados, qual será a posição da Administração Municipal quanto à nomeação destes aprovados?

D) Em caso de todo o SFMSP ser concedido à iniciativa privada e estando os nomeados em estágio probatório, qual será o destino destes servidores?

E) No caso de o serviço funerário ser concedido parcialmente, continuando a existir enquanto autarquia, qual será a destinação desses aprovados?

F) De forma ampla, considerando todas as possibilidades em relação à concessão, qual será o destino dos aprovados desse concurso?

Lutaremos contra a privatização de São Paulo e esperamos que a prefeitura convoque os aprovados em todos os concursos para o serviço público e responda aos questionamentos da população.

Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 30 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem, feminista e antifascista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

Nossas bandeiras
na Câmara Federal

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  • Defender as vidas, os empregos e os direitos das brasileiras e dos brasileiros diante da pandemia de Covid-19.

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