- privatizações
Funcionários do serviço funerário questionam o prefeito
Em reunião com os aprovados no concurso para a autarquia que administra o serviço funerário paulistano, recebemos algumas perguntas deles que encaminhamos via requerimento de informação à prefeitura.
Em seu plano de privatização do poder público em São Paulo, o prefeito João Doria elenca a venda dos cemitérios da cidade. Os detalhes do planejamento dessas privatizações são vagos e não definem qual será o destino dos servidores dos equipamentos postos à venda. Em reunião com os aprovados no concurso para a autarquia que administra o serviço funerário paulistano, recebemos algumas perguntas deles que encaminhamos via requerimento de informação à prefeitura. São elas:
A) Todo o Serviço Funerário será concedido ou somente partes do patrimônio e serviços? Há informações do que exatamente será concedido à iniciativa privada?
B) No caso de toda a atividade funerária ligada ao SFMSP passar a uma concessão, o SFMSP continuará existindo como autarquia ligada à Secretaria de Gestão e Obras? Existirá, por parte da prefeitura, um órgão fiscalizador dessa concessão?
C) Em caso de todo o SFMSP ser concedido à iniciativa privada e estando os aprovados ainda não nomeados, qual será a posição da Administração Municipal quanto à nomeação destes aprovados?
D) Em caso de todo o SFMSP ser concedido à iniciativa privada e estando os nomeados em estágio probatório, qual será o destino destes servidores?
E) No caso de o serviço funerário ser concedido parcialmente, continuando a existir enquanto autarquia, qual será a destinação desses aprovados?
F) De forma ampla, considerando todas as possibilidades em relação à concessão, qual será o destino dos aprovados desse concurso?
Lutaremos contra a privatização de São Paulo e esperamos que a prefeitura convoque os aprovados em todos os concursos para o serviço público e responda aos questionamentos da população.