Sâmia Bomfim

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4 mentiras sobre as privatizações em São Paulo

Desde que começou sua gestão, Dória já deixou claro a que veio. O prefeito quer vender os serviços públicos da cidade para seus parceiros empresários. Foram anunciados diversos serviços e equipamentos públicos que segundo a prefeitura estariam abertos para negociação, mesmo antes do projeto ter sido enviado para votação na Câmara Municipal.

Desde que começou sua gestão, Dória já deixou claro a que veio. O prefeito quer vender os serviços públicos da cidade para seus parceiros empresários. Foram anunciados diversos serviços e equipamentos públicos que segundo a prefeitura estariam abertos para negociação, mesmo antes do projeto ter sido enviado para votação na Câmara Municipal.

Todo esse processo tem ocorrido dessa forma: às pressas, de forma atropelada e sem nenhuma consulta à população que usufrui e é a verdadeira dona desses equipamentos. São Paulo precisa com urgência de um canal de diálogo entre a prefeitura e a população, nesse sentido, um plebiscito é fundamental para que Dória entenda as reais vontades das paulistanas e paulistanos.

Listamos abaixo 4 mentiras sobre o tema!

1) O plebiscito custará muito aos cofres públicos

Em muitas situações a prefeitura de Dória, bem como sua base de vereadores na Câmara dizem que um plebiscito seria inviável pelos custos aos cofres públicos. Isso pode ser resolvido por outra via: o plebiscito pode ser feito, por exemplo, junto às próximas eleições, dessa forma a cidade terá mais tempo para que o debate sobre a privatização seja feito de forma ampla e consequente.

2) Doria foi eleito porque a população apoia essa proposta

A base do governo costuma dizer que Dória foi eleito com base na proposta de desmontar os equipamentos públicos da cidade. Mesmo assim, segundo pesquisa do Datafolha, a maior parte da população é contra as concessões dos parques e serviços funerários, por exemplo.

A gestão Dória afirma que os serviços a serem privatizados dão prejuízo à cidade pelos custos de manutenção. Mesmo assim não é exposta nenhuma prova concreta disso. Os mercados municipais, por exemplo, rendem anualmente 7,6 milhões de reais aos cofres públicos.

3) A privatização melhora os serviços prestados

Alguns ainda dizem que a privatização traz a melhora dos serviços, mas existem inúmeros exemplos que provam o contrário. Com as concessões, a população terá que pagar pelo serviço (diretamente ou via impostos) e também para garantir os lucros dos empresários que os gerem. A linha 4-amarela do metrô, por exemplo, é a que tem os maiores intervalos entre os trens na cidade. Há também o exemplo da Vale que após ser privatizada foi responsável por um dos maiores desastres ambientais do país.

4) A privatização evita a corrupção

Há também os que dizem que por retirar os serviços do poder público, a privatização evita que ocorram casos de corrupção, mas isso não se comprova. A Odebrecht, por exemplo, é uma empresa privada que está envolvida em múltiplos casos de corrupção em diversos países.

Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 30 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem, feminista e antifascista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

Nossas bandeiras
na Câmara Federal

  • Lutar pelo impeachment de Bolsonaro.
  • Lutar para ampliar e garantir os direitos das mulheres.
  • Defender as vidas, os empregos e os direitos das brasileiras e dos brasileiros diante da pandemia de Covid-19.

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