Sâmia Bomfim

  • privatizações

Quem é a favor e quem é contra a democracia

Em junho, protocolamos um Projeto de Decreto Legislativo (PDL 51/17) para obrigar a prefeitura de São Paulo a realizar plebiscito popular sobre a privatização da cidade. Se depender de Doria, a cidade toda será vendida para empresários sem nenhum compromisso com o interesse popular e com a democracia.

Em junho, protocolamos um Projeto de Decreto Legislativo (PDL 51/17) para obrigar a prefeitura de São Paulo a realizar plebiscito popular sobre a privatização da cidade. Se depender de Doria, a cidade toda será vendida para empresários sem nenhum compromisso com o interesse popular e com a democracia.

Hoje, nosso PDL foi a voto na Comissão de Constituição e Justiça, mas, por incrível que pareça, acabou rejeitado por um placar de 5 vereadores contra 4.

Faz sentido representantes do legislativo boicotarem a participação popular? Pior ainda: faz sentido declarar uma proposta de plebiscito como “inconstitucional”, impedindo sua votação em plenário? O PSOL irá recorrer da decisão.

Que tal pressionar os vereadores e vereadoras que foram contra a proposta? Nos ajude nessa tarefa:

Sâmia Bomfim e Toninho Vespoli – autores da proposta
Soninha – contra
Sandra Tadeu – contra
Janaína Lima – contra
Rinaldi Digiglio – contra
Claudinho de Souza – contra
Mário Covas – a favor
Caio Miranda – a favor
Police Neto – a favor
Reis – a favor

Conheça a deputada
Sâmia Bomfim

Sâmia Bomfim tem 30 anos, foi vereadora de São Paulo e, atualmente, é deputada federal pelo PSOL. Elegeu-se com 250 mil votos, sendo a mais votada do partido e a oitava mais votada de todo o estado de São Paulo. Seu mandato jovem, feminista e antifascista levanta bandeiras que a maioria dos políticos não tem coragem de levantar. Ela é linha de frente no enfrentamento do conservadorismo e na oposição aos desmandos do governo Bolsonaro, defendendo sempre a maioria do povo.

Nossas bandeiras
na Câmara Federal

  • Lutar pelo impeachment de Bolsonaro.
  • Lutar para ampliar e garantir os direitos das mulheres.
  • Defender as vidas, os empregos e os direitos das brasileiras e dos brasileiros diante da pandemia de Covid-19.

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